| ORGANIZAÇÃO
Comitê Organizador
Presidente - Mauro Martins
Teixeira
Departamento de Bioquímica e Imunologia
ICB – UFMG
mmtex@icb.ufmg.br
Sérgio Lira
Immunobiology Center
Mount Sinai School of Medicine
New York, NY
sergio.lira@mssm.edu
Luís Carlos Crocco
Afonso
Laboratório de Imunoparasitologia
DECBI- NUPEB - ICEB - UFOP
afonso@nupeb.ufop.br
Momtchilo Russo
Departamento de Imunologia
ICB - USP
momrusso@icb.usp.br
Empresa Organizadora
do Congresso
FeSBE Eventos Ltda.
Helena Mitie Miazaki – FeSBE e Laudiceia M. de Almeida - SBI
Fone/fax: + 55 11 3814-8266
E-mail: fesbeventos@uol.com.br
Av. Prof. Lineu Prestes, 2415 - ICB III- USP
São Paulo, SP CEP 05508-90
LOCAL DO EVENTO
Centro de Convenções
da Universidade Federal de Ouro Preto
Rua Benedito Valadares, 205 – Bairro Pilar
Ouro Preto, MG
CEP: 35400-000
Telefone: (31) 3551-1015 - (31) 3559-3130
Fax: (31) 3559-3123
E-mail: parquemetalurgico@ouropreto.com.br
Site: http://www.parquemetalurgico.com.br
Relação
dos palestrantes nacionais (confirmada):
1- Joao Santana Silva (SP)
2- Leda Q Vieira (MG)
3- Aldina Barral (Ba)
4- Wilson Savino - (RJ)
5- Marcelo Bozza (UFRJ)
6- Joseli Lannes-Vieira (RJ).
7- Fernando Cunha (SP)
8- Oscar Bruna-Romero (CPqRR-MG);
9- Amélia R. de Jesus (UFBa)
10- Sergio Lira (MSM/USA)
11- Julio Voltarelli (USP/RP)
Relação
dos palestrantes estrangeiros (confirmada):
1- Alberto Mantovani
2- Antonio Alcami
3- Albert Zlotnik
4- Martin Lipp
5- Steve Kunkel
6- Amanda Proudfoot
7- Kioji Matsushima
8- Phil Murphy
9- Carlos Martinez
10- Steve Chensue
11- Paul Kubes
12- Barret Rollins
Seis apresentações
orais serão selecionadas dos resumos submetidos.
SUBMISSÃO
DE RESUMO
Todos os resumos deverão
ser submetidos até 25/06,
impreterivelmente.
INSCRIÇÃO
NO CONGRESSO
Pagamento da taxa
de inscrição
- O pagamento da taxa de inscrição com boleto bancário
poderá ser feita em qualquer agência bancária até
o vencimento ou através do sistema on-line bancário. EM
BREVE, você poderá obter seu boleto acessando o
site www.sbi.org.br.
XXIX
Congresso da SBI |
até
25/06 |
26/06
- 03/10 |
após
03/10 |
Estudante de
graduação (sócio ou não) |
R$ 50,00 |
R$ 60,00 |
R$ 66,00 |
Estudante de
pós-graduação sócio |
R$ 150,00 |
R$ 180,00 |
R$ 198,00 |
Estudante de
pós-graduação não-sócio |
R$ 250,00 |
R$ 300,00 |
R$ 330,00 |
Profissional
sócio |
R$ 200,00 |
R$ 240,00 |
R$ 264,00 |
Profissional
não-sócio |
R$ 400,00 |
R$ 480,00 |
R$ 528,00 |
- Só será considerado sócio em dia aquele que estiver
com a anuidade de 2004 quitada.
- A taxa de inscrição dá direito ao coquetel de recepção,
acesso a todas as sessões, coffee breaks e pasta com o material
do congresso.
- O acesso às sessões do congresso será permitido
somente aos inscritos, que deverão identificar-se através
de crachá individual.
- Para pagamento através de empenho, pedimos que as instituições
respeitem os prazos e valores estabelecidos. O CNPJ da SBI para retirada
de CND (Certidão Negativa de Débito) é 47.310.016/0001-64.
Política
de cancelamento de inscrição
Não haverá
em qualquer momento cancelamento, transferência ou devolução
da taxa de inscrição.
EXPOSITORES
Para informações
sobre venda de estandes, por favor, entre em contato com Ricardo Martins.
FeSBE Eventos Ltda.
Fone/fax: +55 11 3814-8266
E-mail: fesbeventos@uol.com.br
Endereço: Av. prof. Lineu prestes, 2415 – ICB III
CEP 05508-900 São Paulo, SP
Convite aos expositores
Convidamos a participar
como expositor do XXIX Congresso Brasileiro de Imunologia. Um evento de
grande prestígio na área. Você terá uma valiosa
exposição que reverterá em benefício à
sua empresa.
CONTATO
FeSBE Eventos Ltda.
Helena Mitie Miazaki – FeSBE
Fone/fax: +55 11 38148266
E-mail: fesbeventos@uol.com.br
Av. Prof. Lineu Prestes, 2415 - ICB III- USP
São Paulo, SP CEP 05508-900
CIDADE DE OURO
PRETO
História
Foi na noite de São João de 1698, que acampou, margem de
um córrego cantando entre pedras, uma expedição de
paulistas, que vinha à procura de ouro. Chefiava esse grupo o bandeirante
Antônio Dias, e vinha em sua companhia, como capelão, o Padre
Faria. Ao acordar, na névoa da madrugada, os bandeirantes viram
desenhar-se, pouco a pouco, o alvo tão procurado: o Pico do Itacolomi.
A montanha pontuada levando às costas o rochedo vinha sendo mencionada
há muito como o ponto de referência do local no qual um certo
mulato encontrou, no fundo de um córrego, umas pedras negras que
guardou e levou para Taubaté.
De lá o achado
foi enviado ao Governador Artur de Sá Menezes, no Rio de Janeiro,
e quando partido, verificou-se ser ouro puro, "que brilhava como
a luz do sol". Há dois séculos os portugueses buscavam
o ouro, finalmente encontrado, e em tal quantidade que "entre 1700
e 1770 a produção do Brasil foi praticamente igual a toda
a produção de ouro do resto da América, verificada
entre 1493 e 1850, e alcançou cerca de 50% do que o resto do mundo
produziu nos séculos XVI, XVII e XVIII".
Exploração
do ouro ocupa a cidade
O fluxo fabuloso do metal,
carreado para a Metrópole, permitiu o fausto e o desperdício
do rei D. João V (1689-1750), nas construções grandiosas
do seu reino (o convento de Mafra, o aqueduto das Águas Livres
em Lisboa, a capela de São João Batista, em São Roque),
mas também o ouro dilapidado com a obtenção do título
de "Fidelíssimo", para contrapor-se ao "Cristianismo"
do rei da França, e as somas fabulosas absorvidas pela Igreja.
Alexandre de Gusmão, Secretário de Estado dizia: "A
fradaria mata-nos, a fradaria absorve-nos".O abandono do campo e
das indústrias, pela corrida do ouro no Brasil, uniu-se ao tratado
de comércio com a Inglaterra, assinado pelo ministro inglês
Methuen, que abriu as portas de Portugal aos produtos da Inglaterra em
troca de tratamento preferencial para o vinho do Porto. Ao final do século
todo o ouro do Brasil foi absorvido pela Grã-Bretanha e ajudou
a firmar o imperialismo e a prosperidade da era vitoriana.
As minas foram
um fator de preparação para a Independência do Brasil.
Pela sua interiorização os mineiros habituaram-se a resolver
seus próprios problemas, habituados a contar pouco com o apoio
da Metrópole, da qual recebiam apenas opressão, controle
tirânico e ganância devoradora. Nos primeiros anos, o afluxo
de garimpeiros não foi acompanhado por um desenvolvimento dos recursos
necessários à implantação do novo núcleo
urbano da Vila Rica de Ouro Preto, o primeiro povoamento ligado à
mineração. Um período de extrema carência de
alimentos trouxe miséria, fome, desordem, enquanto o Fisco estava
interessando apenas no tesouro descoberto, criando as casas der fundições
e descontando o Quinto Real. A subdivisão das terras em "datas",
a multiplicação da escravaria, a exploração
predatória acabariam por exaurir as minas e provocar conflitos
e sedições. A disciplina e a lei não eram respeitadas
pelos homens cegos de ambição e desprovidos de escrúpulos.
A Guerra dos Emboabas, entre portugueses e "paulistas" , como
se chamavam os brancos nascidos no Brasil e vindos de São Paulo,
foi uma luta sangrenta que culminou com o incêndio e destruição
do arraial dos Paulistas, no local de Ouro Preto hoje denominado Morro
da Queimada. Outros levantes, como o de Felipe dos Santos surgiram, menos
com caráter nacionalista do que como protesto contra a opressão
voraz do Fisco.
Patrimônio
Maior
conjunto homogêneo de arquitetura barroca do Brasil, Ouro Preto
é uma jóia rara encravada entre as montanhas de Minas Gerais.
No auge do ciclo do ouro, foi construída por artistas e escravos,
que dos modelos europeus criaram um estilo nacional. Com o declínio
do garimpo, no final do século XVIII, a cidade viu sua intensa
movimentação social reduzida à administração
burocrática do estado. A transferência da capital para Belo
Horizonte, em 1897, trouxe à cidade um isolamento ainda maior.
Se para a economia do
município estas perdas foram enormes, seu patrimônio histórico
agradece a distância da modernização a que a cidade
ficou relegada. Em 1938, o poeta Manuel Bandeira escreveu: "Não
se pode dizer de Ouro Preto que seja uma cidade morta. (...) Ouro Preto
é a cidade que não mudou, e nisso reside seu incomparável
encanto". Nesse mesmo ano a cidade foi tombada como Patrimônio
Nacional, num movimento nacional de proteção à memória
cultural que começara com os modernistas, ainda na década
de 1920, e culminara com a criação do Serviço do
Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN),
em 1937. Em 1933, Ouro Preto foi considerada "Monumento Nacional"
e, em 1980, veio o reconhecimento internacional: a cidade foi declarada
pela Unesco Patrimônio Cultural da Humanidade.
Da visita do poeta Bandeira
até hoje muita coisa mudou. O trânsito desordenado, reformas
sem autorização em imóveis tombados e a ocupação
de sítios históricos e encostas da cidade são alguns
dos desafios enfrentados hoje pela cidade barroca e pelo Iphan, órgão
responsável por sua preservação. Hoje, principal
iniciativa para conservar e recuperar monumentos históricos da
cidade vem do projeto Monumenta, financiado pelo Ministério da
Cultura e Prefeitura Municipal com ajuda da Unesco e BID.
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